In memoriam - Climero Machado e Silvino Machado
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| Da esquerda para a direita: Climero Gonçalves Machado (nss. 4), Rosa Gonçalves Machado (irmã de Climero), Silvino Machado (nss. 8). Foto tirada no dia do casamento de Climero, a 13 de Maio de 1962. |
De testemunho oral, sabe-se que "daqui de peixes de rio, era um pescador de rede famoso. Ele tinha barco para andar na pesca de rio."
para unir dois bois para lavrar a terra.
Considerado "um homem calmo" e "porreiro", em 1 de Outubro de 1925, na freguesia de Passô (também concelho de Vila Verde), casou com Maria de Jesus Mendes (nss. 9) que era considerada uma mulher "exaltada". O casal fixa-se em Oriz (São Miguel), terra natal de Maria.
No dia 15 de Março de 1931, nasce Climero Machado, cujo temperamento sai ao pai.
A 13 de Maio de 1962, na igreja de Santo Ildefonso (cidade do Porto), Climero Machado casa-se com Maria Teresa Gomes de Lima Coelho (nss. 5), da qual é primo em segundo grau. De testemunho oral, sabe-se que houve alguma pressão para se casarem porque já iam ambos com cerca de 30 anos e "a idade estava a avançar e eles ainda solteiros".
Durante a década de '60, viveu no Porto, onde integrou várias associações.
Em 1972, Climero Machado foi para Luanda (Angola), como outros emigravam, por exemplo, para a França, tendo regressado em 1975, por causa da instabilidade social associada à independência de Angola, e se fixado em Santo António dos Cavaleiros (Loures, Lisboa).
Silvino Machado morre a 4 de Novembro de 1986 e é sepultado em Oriz (São Miguel) numa campa onde, em 1993, viria a ser sepultada a sua filha Rosa, irmã de Climero, que morreu sem descendência.

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